quarta-feira, 26 de maio de 2010

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"There are two kinds of people in the world: those who believe there are two kinds of people in the world, and those who do not"

sexta-feira, 21 de maio de 2010

MILF

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a mensagem.

Uma Experiência Socialista *

Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma turma inteira. Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo'.

O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experiência socialista nesta turma. Ao invés de dinheiro, usaremos as suas notas nas provas”. Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um “A”…

Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela turma. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano… Para sua total surpresa.

O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela foi baseada no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foi o seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado. “Quando a recompensa é grande”, disse ele, “o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.”


"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar a alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a. “
Adrian Rogers, 1931


* título e post roubado daqui.

terça-feira, 18 de maio de 2010

NOTAS SOBRE O CASAMENTO

Os sectores mais conservadores da direita (e de alguma esquerda) andaram anos a dizer que o casamento entre pessoas do mesmo sexo provocaria alarme social, fazendo desmoronar a família tradicional. Fracas convicções por parte de quem devia respeitar o conceito de família. Na realidade, o casamento entre pessoas do mesmo sexo provoca um enorme bocejo na larga maioria da população. A generalidade dos portugueses heterossexuais dá-lhe a importância que eu dou aos arraiais populares: não frequento, passo ao largo, mas longe de mim pensar em acabar com eles. Os arraiais são parte da tradição (i.e., da cultura), animam a economia e fazem muita gente feliz. O casamento entre pessoas do mesmo sexo vai tornar mais justa a vida de muita gente. Há menos de cem anos, o casamento civil entre homens e mulheres ainda era uma heresia no nosso país. É fatal: o mundo pula e avança.

Se houvesse alarme, a sociedade tradicional tinha-se mobilizado. Ora nem a Igreja, que se limitou a cumprir os mínimos, nem os partidos da direita, desobrigados de acção directa para lá da retórica parlamentar, fizeram mais do que salvar as aparências. Em Fevereiro, a marcha da indignação deu a medida do desinteresse do país real.

Dentro de dias, quando for publicada a Lei ontem promulgada pelo Presidente da República, Portugal tornar-se-á o oitavo país a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Para já, os outros sete são a África do Sul, a Bélgica, o Canadá, a Espanha, a Holanda, a Noruega e a Suécia (cinco monarquias!). Além destes, o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legal em seis estados americanos: Connecticut, District of Columbia (Washington), Iowa, Massachusetts, New Hampshire e Vermont. E também na tribo Coquille da Nação Navajo. E ainda na cidade do México e no estado de Coahuila. Israel, por exemplo, não casa mas reconhece os casamentos efectuados noutros países. Estamos a falar de casamento.

Porque se falarmos de uniões civis registadas (casamentos que não se chamam casamentos), a lista de países inclui: Alemanha, Andorra, Áustria, Colômbia, Dinamarca, Equador, Eslovénia, Finlândia, França, Gronelândia, Hungria, Islândia, Luxemburgo, Nova Caledónia, Nova Zelândia, Reino Unido, Suíça, Uruguai, bem como as ilhas Wallis e Futuna da Polinésia francesa.

Isto para dizer que não estamos a falar de extravagâncias residuais, como pretendem umas dezenas de bloggers e meia dúzia de articulistas. A título de exemplo, é superior a cinquenta o número de países onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo ocupa a agenda política.

E escusa a D. Isilda de preocupar-se: «Quem é que trata destas pessoas na velhice? Não têm filhos, nem podem ter netos. Também têm direito a ser tratados, logo, vai sobrar para todos nós. Vai sobrar para os contribuintes.» — vd. CM. Infelizmente, todos os Verões, os hospitais civis têm de abrigar centenas de homens e mulheres de idade avançada que os filhos ali deixam, abandonados, antes de partirem para os Algarves e as Cancuns da vida. Sim, estou a falar de famílias tradicionais. Nada que a D. Isilda não conheça.

por Eduardo Pitta em Da Literatura

PIIGS (II)

roubado daqui

domingo, 16 de maio de 2010

O sacrifício dos nossos professores

Aproveito a minha primeira mensagem neste blog para me solidarizar com todas as professoras que têm de retirar a roupa para complementar o parco rendimento que auferem.
A professora de Mirandela não merece este tratamento pelo seu empenho em leccionar, extracurricularmente, as ciências da "Vida". Toda a gente sabe que só crianças imberbes e borbulhentas adquirem a Playboy para ler de porta fechada no quarto com o rolo do papel higiénico ao lado.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

quinta-feira, 6 de maio de 2010

little britain




fonte: BBC

Hung Parliament


previsões




Por falar em Coisas do Diabo (III)




Nome Completo: Ricardo Manuel de Amaral Rodrigues


Data de Nascimento: 01-06-1958

Habilitações Literárias: Licenciatura em Direito

Profissão: Advogado

Cargos que desempenha:

Deputado na X Legislatura - PS;

Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PS

Advogado;

Membro do Conselho Superior do Ministério Público eleito pela Assembleia da República

Membro da Comissão Permanente da Assembleia da República


Cargos exercidos:

Secretário Regional da Agricultura e Pescas do Governo Regional dos Açores;

Secretário Regional do Ambiente;

Deputado Eleito à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores;


Comissões Parlamentares a que pertence:

Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias [Cordenador GP]

Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas [Suplente]

Comissão de Orçamento e Finanças [Suplente]

Comissão eventual para o acompanhamento político do fenómeno da corrupção e para a análise integrada de soluções com vista ao seu combate [Cordenador GP]

Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar à relação do Estado com a Comunicação Social e, nomeadamente, à actuação do Governo na compra da TVI

Grupo de Trabalho - Júri Prémio Direitos Humanos 2009
Em suma, temos o que merecemos...

por falar em coisas do diabo (II)


fonte: NT Times

nossa gente..

"Conto com ele, o partido e o país contam com ele", diz Assis sobre Ricardo Rodrigues

Mais. É eleito para o Conselho Superior de Segurança Interna.

Comentários para quê...

por falar em coisas do diabo...





"De repente, levantou-se da cadeira e saiu apressado. Antes, pegou discretamente os gravadores dos jornalistas da Sábado e mete-os ao bolso"

"Porque a pressão exercida sobre mim constituiu uma violência psicológica insuportável, porque não vislumbrei outra alternativa para preservar o meu nome, exerci acção directa e, irreflectidamente, tomei posse de dois equipamentos de gravação digital (...)" afirmou Ricardo Rodrigues


Nota: Ricardo Rodrigues é membro da Comissão Parlamentar de Ética, Vice-Presidente da bancada parlamentar do PS, coordenador para a área da Justiça.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A Vingança serve-se fria, mas serve-se...


O ex-presidente da República, Mário Soares, garantiu que "Fernando Nobre seria um bom Presidente” [!?!], recusando-se a avaliar Manuel Alegre. Além disso, Soares criticou a atenção dada à candidatura do histórico socialista: “Num momento de crise aguda, acho que é despropositado desviar as atenções para uma candidatura que só terá efeito em 2011, revela em entrevista à "SIC Notícias".
in www.ionline.pt 05.V.2010

PIIGS



gini coefficient

Tailândia

para quem quiser perceber o que se passa

mais vale tarde que nunca

mais um

it's gonna get worse before it's gonna get better.

let the games begin

Ilustração da entrada anterior...

"Grandes Investimentos"

Muito badalado anda por aí pela nossa fofa comunicação social (há muito para dizer sobre a nossa comunicação social, mas isso fica para outra altura...) o tema dos chamados "grandes investimentos", sobretudo desde que o cenário de crise financeira iminente passou a fazer parte do nosso quotidiano, ou seja, de há uns dias para cá, como se antes disso estivesse tudo bem...
Falo pois do TGV, da 3ª travessia do Tejo e do novo aeroporto de Lisboa. E é aqui que penso que, das duas uma, ou anda tudo a dormir (fico-me por este termo "soft" para não insultar ninguém), ou todas as partes tem algum interesse num ou em vários destes projectos, e querem fazer de parvos os 10 milhões que os vão pagar.
Situação actual:
Portugal, país geograficamente periférico no contexto europeu.
Bom nível de vias rodoviárias, pior em certas zonas do interior.
Rede ferroviária nacional razoável.
3 aeroportos internacionais no continente, com taxas aeroportuárias relativamente altas quando comparadas com as praticadas por essa Europa fora.
Veja-se o caso de outros 2 países europeus periféricos, com bastante sucesso económico nos últimos anos, a Irlanda(apesar da crise financeira recente) e a Finlândia.
Quantos quilómetros de TGV têm? E aeroportos?
A Irlanda com pouco mais de 3 milhões de habitantes têm 4 aeroportos internacionais e 7 regionais. A Finlândia tem mais de 20 aeroportos para 5 milhões de habitantes...
Para que servirá o TGV? Para ir a Madrid em 2h30? E por que preço? Num momento em que se faz Lisboa-Madrid de avião em pouco mais de meia hora e por 30 euros? Sim, porque se vamos falar de destinos mais longínquos, começamos a entrar no campo do absurdo... E quanto ao transporte de carga? Isso já foi retirado do projecto!?! Para concluir este capítulo, a cereja em cima do bolo... a "necessidade" de uma 3ª travessia do Tejo exclusivamente ferroviária (nem sequer ajuda a resolver o problema do trânsito pendular) para fazer chegar o TGV a Lisboa. A maior ponte do mundo (raios, como nós adoramos poder dizer este tipo de coisas...) que fará o preço do projecto simplesmente duplicar... Isto, quando já há ligação do Pinhal Novo a Lisboa, cujo percurso só durará mais 30 minutos - para quem faz uma viagem de 2h30, que é isso?...
Numa altura em que cada vez mais se sabe que a chave para o nosso desenvolvimento económico passa pelo turismo e exportações de bens de elevado nível tecnológico para parceiros económicos que estão a milhares de quilómetros de distância (Europa Central, Brasil, Angola, EUA...), a opção é o TGV, que no máximo garante o transporte em tempo útil de passageiros até Madrid?
Quando as nossas taxas aeroportuárias são altas como são, aumentando consideravelmente o preço dos bilhetes para quem queira sair ou vir a Portugal e ainda afastando com isso companhias lowcost, e, com isso, milhões de turistas, será que a melhor opção passa por fechar a Portela e ir fazer um novo aeroporto, maior e mais longe, com taxas ainda mais altas (para o pagar)? E depois discute-se OTA, Rio Frio, Poceirão, Alcochete, sem nunca ter como linha de orientação fundamental, o retorno económico da solução aeroportuária, naquilo que é uma oportunidade única a não perder.
Creio que a solução deve passar pelo abandono do TGV e tudo o que ele comporta, pois parece claro que prejuízo será a palavra mais ouvida daqui por uns tempos se o projecto for avante.
Por outro lado, a prioridade deve ser dada à rede de aeroportos internacionais, e falando especificamente de Lisboa, deveria ser mantido o aeroporto da Portela, destinado a voos das companhias aéreas de referência (com taxas mais altas justificadas pelo pronto acesso ao centro da cidade), construindo-se um novo aeroporto mais periférico (Alcochete, porque não?) com taxas mais baixas destinado às companhias low-cost e ao transporte de carga. Deste modo, atrai-se o turismo e promovem-se as exportações, no fundo fomenta-se o desenvolvimento da nossa economia, a única solução para nos tirar desta ou de qualquer outra crise...

P.S.: Nem sequer perdi tempo a referir o projecto da 3ª autoestrada Lisboa-Porto e outros delírios do género...

Intro...

Política, festa, história, sexo, valores, viagens, futebol, música... Mundo contemporâneo...
Acima de tudo dizer o que ainda não foi dito, seja por falta de coragem ou por burrice pura.
Aceitam-se contribuições, let the games begin...